Somos reflexos de nossas escolhas

Dizer que são tempos estranhos é chover no molhado. O mundo parece que saiu dos trilhos, principalmente para aqueles desatentos que não perceberam que esses trilhos nunca existiram. Mas então o que mudou? Acho que a internet e as mídias sociais estão entre as maiores revoluções da humanidade. A informação é rápida e em segundosContinuar lendo “Somos reflexos de nossas escolhas”

Arte salva. Sempre.

Muitas vezes é preciso darmos um passo para trás, ou nos afastarmos um pouco para ver as coisas em perspectiva. Foi o que fiz nessa semana difícil, talvez uma das piores do ano, onde dois fatos aparentemente distintos, me tiraram o chão. O primeiro foi a imensa polêmica do Museu de Arte Moderna – OContinuar lendo “Arte salva. Sempre.”

As pequenas grandes mentiras…

Me faltou ar. Fazia tempo que um filme, ou série de televisão tivesse esse impacto em mim. Estou falando de Big Little Lies. Essa micro-série da HBO que se encerrou ontem, foi gloriosa em suas escolhas. A começar pelo elenco afiadíssimo, sobretudo Nicole Kidman no papel mais marcante de sua carreira. Esse show foi baseadoContinuar lendo “As pequenas grandes mentiras…”

A experiência de ser turista na minha terra – 20 dias de Brasil

Então, eu fiz um carnaval em um outro post quando disse que iria ao Brasil não foi mesmo? Estou me sentindo em dívida para quem me lê e quer saber como foi essa experiência de ser turista na própria terra. Vamos lá? O primeiro choque é o conforto de ouvir, falar e pensar em portuguêsContinuar lendo “A experiência de ser turista na minha terra – 20 dias de Brasil”

Atirando para se defender? Brasil e EUA – diferenças…

Pela milésima vez estive em frente à Casa Branca nesse final de semana. Morando em Washington DC, é impossível não levar parentes e amigos que chegam aqui pela primeira vez para conhecerem a “Casa do Obama”(por enquanto). Não reclamo, eu gosto! A Casa Branca fica em um lugar lindo e agradável para caminhadas, além deContinuar lendo “Atirando para se defender? Brasil e EUA – diferenças…”

Paz

Antes de qualquer nacionalidade está a nossa humanidade. Somos irmãos, independentes de crenças religiosas ou bagagens culturais. Essas deveriam servir apenas para enriquecer nossa existência através da diversidade e não se transformar em bandeiras de rancor e ódio.

Sobre tudo um pouco

Ao contrário do sentimento generalizado de desolação, tenho a teimosia em achar que estamos evoluindo. Apesar dos meninos boiando no Mediterrâneo, apesar dos “gun shooters” norte-americanos, apesar da crise política do Brasil, apesar do caos sangrento do Oriente Médio, apesar da xenofobia europeia e da miséria africana. Sim, gosto de história, e afirmo: a humanidade já viveu dias piores.

“Vem cá meu bem, que é bom lhe ver! O mundo anda tão complicado que hoje eu quero fazer, tudo por você…” Renato Russo

O incrível é pegar o metrô, de relógio, aliança e corrente e ler o jornal do dia no Ipad, sem medo de ser feliz. Mas, metrô? Como assim? Isso me lembra o que tanto ouvi da boca de amigos e conhecidos de São Paulo, “ah, meus filhos já andaram de metrô em Londres e Nova Iorque, mas em São Paulo nem pensar….” Hmmm, parece que misturei alhos com bugalhos agora não? Mas será mesmo que a crescente violência e a ausência da classe média “alta” nos metrôs paulistanos são assuntos assim tão díspares?