50 tons de laranja

  50 tons de laranja…. Laranja sempre foi uma das minhas cores favoritas, alegre, vibrante, cheia de energia! Além de remeter à fruta, que pela combinação de simplicidade e riqueza é uma das maiores bênçãos da natureza. Infelizmente deixei de ser fã da cor, desde o início do ano passado, por razões um tanto óbvias.… Continuar lendo 50 tons de laranja

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A experiência de ser turista na minha terra – 20 dias de Brasil

Então, eu fiz um carnaval em um outro post quando disse que iria ao Brasil não foi mesmo? Estou me sentindo em dívida para quem me lê e quer saber como foi essa experiência de ser turista na própria terra. Vamos lá? O primeiro choque é o conforto de ouvir, falar e pensar em português… Continuar lendo A experiência de ser turista na minha terra – 20 dias de Brasil

Atirando para se defender? Brasil e EUA – diferenças…

A Secret Service police officer K9 dog patrol the sidewalk in front of the White House in Washington, Thursday, Oct. 23, 2014. The 23-year old Maryland man who climbed the White House fence on Wednesday has been charged with felonies for assaulting two police dogs and making threats, the Secret Service said Thursday. (AP Photo/Pablo Martinez Monsivais)

Pela milésima vez estive em frente à Casa Branca nesse final de semana. Morando em Washington DC, é impossível não levar parentes e amigos que chegam aqui pela primeira vez para conhecerem a “Casa do Obama”(por enquanto). Não reclamo, eu gosto! A Casa Branca fica em um lugar lindo e agradável para caminhadas, além de… Continuar lendo Atirando para se defender? Brasil e EUA – diferenças…

De Charlie Brown à Cebolinha – qual a sua infância?

Confesso que bateu uma invejinha, porque o americano se reconhece na vida de Charlie Brown. Agora para uma criança brasileira (rica ou pobre) o bairro do Limoeiro, arborizado, com praças e ruas, onde o Cascão, o Cebolinha, a Magali e a Mônica brincam, aprontam e caminham, sem perigos ou muros, é uma enorme obra de ficção.

“Vem cá meu bem, que é bom lhe ver! O mundo anda tão complicado que hoje eu quero fazer, tudo por você…” Renato Russo

O incrível é pegar o metrô, de relógio, aliança e corrente e ler o jornal do dia no Ipad, sem medo de ser feliz. Mas, metrô? Como assim? Isso me lembra o que tanto ouvi da boca de amigos e conhecidos de São Paulo, “ah, meus filhos já andaram de metrô em Londres e Nova Iorque, mas em São Paulo nem pensar….” Hmmm, parece que misturei alhos com bugalhos agora não? Mas será mesmo que a crescente violência e a ausência da classe média “alta” nos metrôs paulistanos são assuntos assim tão díspares?